Made with Tripod.com
JNReis
Foto | Sobre mim | Álbum de fotos da família | Meus bichinhos | Álbum de fotos das férias | Meu currículo | Links favoritos | Contate-me

Alijo em video

Bem-vindo ao meu site pessoal !

José Nogueira dos Reis

[JdFSE1]


Introdução. 1

Agradecimento. 2

Historial 2

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho» 2

Lage do Concelho. 2

Celebridades.. 3

2- População. 4

População e sua distribuição por sexos.. 4

População existente em 1801.. 4

Desenvolvimento Económico.. 5

Acção Social 5

Turismo. 5

Desporto, Recreio e Lazer 5

Tradições. 6

Lendas. 6

Santa Eugénia. 6

Artesanato. 7

Autor 7

Introdução
Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.


Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor: José Nogueira dos Reis
















Agradecimento



Agradeço a Deus, a meus pais, a toda a população de Santa Eugénia, a mim próprio e a meus filhos, tudo o que sou, fui e serei. Não posso deixar de referir um verso que escutei numa noite de «Fado à Desgarrada»:

O meu Avô foi a semente e a minha Avó foi a terra.

Historial
Historial de Santa Eugénia:

1- Historial : Santa Eugénia, situa-se a cerca de 15km. De uma das saídas da I.P.4-Pópulo.

Tem a Área Aproximada de: 779 ha

As Freguesias Limítrofes São: A Norte Pegarinhos; A Sul Carlão; A Este Candedo(esta do concelho de Murça); A Oeste Casas da Serra (lugar da freguesia de Carlão)

Orago:

Santa Eugénia

Topónimo:

Eugénia, de origem grega, significa Bem Vinda, Bem Aparecida, de Boa Linhagem

Os Primeiros Povos remontam ao período Megalitico;Comprova-o o facto de nas redondezas existirem ainda Pinturas Rupestres, Dolmens e Antas, aqui segundo se conta uma pintura Rupestre foi destruída aquando da busca de Volfrâmio (contou-mo variadissímas vezes, Francisco Henrique, Francisco Henrique Novo e Artur Coelho dos Reis. Prova-o também o seu culto de origem sueva.Da época Romana existe, em pleno estado de conservação, uma «Fonte de Mergulho».

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho»
Lage do Concelho
Concelho - substantivo masculino.

Significa : Circunscrição administrativa;

Subdivisão de distrito;

Município.

Latim conciliu.

Significa Assembleia.

É precisamente da acepção Latina, que esta «Lage do Concelho», herdou o nome. Era o local onde os «vizinhos»(antigo nome dado aos habitantes), se reuniam em assembleia, quer para eleger os seus dignos representantes junto de entidades hierarquicamente superiores(exemplo: Nos órgãos concelhios), quer para resolver problemas respeitantes a si próprios e/ou à localidade. Servia também de «Tribunal Moral», isto é:

Ali eram publicamente denunciados os maus actos e seus praticantes. O malfeitor, ou se emendava, ou era simplesmente arredado do mais simples convívio com os vizinhos.

Por sorte do destino, tinha esta «Lage do Concelho» uma outra função. Era precisamente o local de marcação limite, da altitude máxima permitida pelo Marquês de Pombal, para autorização de «benefício».

Esta mesma «Lage do Concelho», situa-se precisamente no inicio? Da rua Marquês de Pombal. Coincidência ou propósito desta estranha relação, entre a «Lage do Concelho»(um pouco abaixo dos 500 metros de altitude) e a rua «Marquês» de Pombal, com toda a modéstia, não o sei. Acho apenas uma coincidência demasiado coincidente.

Vou, para um melhor entendimento deste sítio, fazer uma retrospectiva histórica, de uma forma suscinta;

Pelouro D.João I, por carta Régia de 13 de Junho de 1391, descreve as grandes tropelias que as eleições para os concelhos provocavam Grandes Sayoarias e rogos, através das quais só se criavam grandes ódios entre os «vizinhos».

Na dita carta Régia determinava-se o 1º recenseamento eleitoral que Portugal teve. Nele se mandava que os oficiais do governo fizessem «róis».(...) o nome era escrito num papel separado e metido numa bola de cera, chamada pelouro daí o nome dos actuais pelouros das vareações eram estes, por sua vez, metidos numas caixas a que hoje damos o nome de urnas e então se chamavam «capelos».

Mas as queixas de fraudes eleitorais continuaram, pois, tem-se conhecimento de que esse problema foi posto também nas cortes de Évora de 1451.Estou absolutamente convencido, de que estas fraudes e problemas, sempre se mantiveram, mas, também, a necessidade dos «vizinhos» de beneficiar de um executivo local, que compreende os problemas da terra e dos homens do respectivo concelho.

Então, os caciques, ontem como hoje, procuram eternizar-se no poder. Uma das formas mais antigas de o fazer, era e é, amedrontar os mais necessitados. Para tal, é absolutamente necessário, exercer algum modo de pressão e/ou controle. A fórmula aqui encontrada (e não só aqui), era dar-lhe uma aparência «séria», fazendo eleições para escolha «livre ?», pelo menos na aparência, mas de dedo no ar!!!. Porque assim, as pessoas de reputação, melhor, de privilégios inferiores (religiosos ou dados pelo rei), com medo de represálias futuras, elegiam quem os mais privilegiados queriam. Essas eleições, eram realizadas na LAGE DO CONCELHO .





Celebridades




Figuras Ilustres, pré-25/4/1974: José Cunha Cardoso ( Delegado de Saúde de Benguela), Homem de elevada filantropia, contribuiu para prolongar a vida de muitos habitantes desta freguesia.

Manuel José Guerra Santos Melo, responsável por: Luz eléctrica; Água Pública;Casa do Povo;Reparação da Capela de Santa Barbara, Igreja Matriz, Cemitério, Escolas.Para além da água ser explorada numa sua propriedade, ainda hoje, quando existe escassez de água, a sua família põe uma torneira de água a correr para toda a povoação.

Pós 25/4/1974:António Alves Martinho, Deputado na Assembleia da Repúbica;Manuel Adérito Figueira, Vareador do Pelouro de Obras na Câmara Municipal de Alijó;Elias Martins Eiras, Presidente da Junta de Freguesia;

José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia, contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia desde os jovens, aos adultos homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. Para se saber um pouco mais de este«SENHOR», VISITEN-SE OS SEUS SITES:

http://nogueirareis.tripod.com; http://nogueirareis.tripod.com/alijo; http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia; http://reis19.tripod.com; http://reis19.tripod.com/jnr; http://reis19.tripod.com/rnj; http://reis19.tripod.com/reis19; http://jose727.tripod.com; http://hipyreis.tripod.com; http://josereis.planetaclix.pt; http://josereis.planetaclix.pt/reis. http://jose727.tripod.com/TituloPrincipal; http://HipyReis.tripod.com/TituloPrincipal; http://juntafreguesia.tripod.com; http://santaeugenia.tripod.com; http://josereis.planetaclix.pt/1.html;http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetacix.pt/3.html; http://josereis.planetaclix.pt/4.html; http://josereis.planetaclix.pt/5.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://rjn.planetaclix.pt/1.html.

2- População
Habitantes-511

Residentes-HM-410-H-191,( com mais de 18 anos);

Eleitores inscritos : 480 ( compreendidos entre os n.º 3 e 711) ;

Famílias-191

Alojamentos-223

Edificios-215

No reinado de D.Sancho II, Santa Eugénia, fazia parte do concelho de Alijó;

Em 1258, nas Inquisições de D.Afonso III, Aparece no concelho de Murça.

Em 1269, D.Afonso III, ao confirmar o foral de seu irmão, dado a Alijó, ainda inclui de forma condicional, Santa Eugénia no concelho de Alijó.

A verdade é que no recenseamento de 1530, (reinado de D.João III), Aparece no concelho de Murça.Só regressou a Alijó com a reforma administrativa de 1853.

População e sua distribuição por sexos
Actualmente, StªEugénia, tem cerca de 520 habitantes, dos quais 410 são nela residentes; Assim distribuídos por sexo: Homens- 191 ;

Mulheres- 219

População existente em 1801
Em 1801, segundo consulta efectuada na Biblioteca Municipal de Vila-Real, já existiam 618 habitantes em 118 edifícios, dos quais, 265 eram do sexo feminino.

Em 1849, existiam 417 habitantes em 140 fogos(edifícios, melhor, famílias).

Desenvolvimento Económico
É essencialmente o sector primário, que absorve a maioria das actividades económicas; Distribuídas, estas, pela produção de vinho beneficiado (tratado ou Porto), azeite, vinho de mesa, moscatel, e, mais recentemente, «champanhe», melhor, vinho Espumoso.

Casais agrícolas de maior dimensão, e, consequentemente, de maior utilização de mão de obra: Casal «Santos Melo», casal «Malheiro», «Casa agrícola», «Reconco», «Herdeiros de Dr.Ernesto Morais ou Dona Maria da Hora Teixeira de Carvalho».

Acção Social
A cargo da Associação Social Cultural e Recreativa, com sede na rua da Veiga.

Turismo
Café Areias; Café Grande Ponto; Turismo Rural Reconco.

Desporto, Recreio e Lazer
Desporto - outrora, fruto de uma intensa actividade, com enorme orgulho e palmarés, encontra-se hoje, porém, sem qualquer actividade, e, diria mesmo votado ao abandonoApesar de no corrente ano e já de algum tempo a esta parte, não haver prática de nenhum desporto em Santa Eugénia, já existiram no passado algumas modalidades nesta Freguesia, a saber: Futebol de onze com o Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo a figurar durante algum tempo na tabela da 2ª Divisão Regional Zona Norte. Futebol de 5 com organização de vários torneios maioritariamente para os jovens e durante o verão, com várias participações de algumas equipas em competições organizadas em Alijó, no Pavilhão Gimnodesportivo, e, por último Atletismo onde chegaram a existir na Freguesia vários atletas que, apesar de não pertencerem ou estarem filiados em clube algum, tiveram várias participações em algumas provas Distritais e Regionais, sem no entanto obterem grandes resultados.

Assim, não havendo nos dias de hoje, nenhum desporto na Freguesia, existem no entanto os equipamentos que podem possibilitar a prática de alguns. Esses equipamentos são. UM(1) campo de futebol pelado mas com os respectivos balneários; um(1) polidesportivo a céu aberto que foi cedido ao Grupo Desportivo pela Junta de Freguesia; por fim, a sede desta mesma colectividade G.D.C.R.- que apesar de não estar equipada convenientemente para actividades desportivas, pode por ser bastante ampla, possibilitar a prática de vários desportos, para além de já possuir mesas de Ténis de mesa e Bilhares.

Quero acrescentar, que o desporto, principalmente o futebol, era um factor de enorme orgulho destas gentes. É vê-los, com um exuberante brilho nos olhos, quanto relatam feitos e resultados de outrora.

Com que alegria nos narram, que foram Campeões sem derrotas do I.N.A .T.E.L. distrital. Julgo que o futebol, é um factor de fixação dos nativos desta aldeia, e, não entendo como foi possível o seu enterro (não consigo apelida-lo de outro nome).

Eu, José Nogueira dos Reis, fui co - fundador do «Centro Cultural e Recreativo» e co-fundador do actual «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo»,Director desportivo atleta, sou natural e residente, sei o sentir e o sofrer desta gente, pelo «enterro»(não posso apelidá-lo de outra coisa), do seu(deles e meu)querido e distrainte futebol. Pouco têm, os residentes desta aldeia, que lhe permita passar com o mínimo de alegria, os feriados e Domingos. Se não forem à «bola», só se forem emborrachar-se!!!

Não lhe destruam o pouco que têm, e, não abalem o seu orgulho. Por favor, dêem-lhe mais, não lhe extorquem o escasso que possuem. Contribuam para que eles se fixem no local onde nasceram, não provoquem a sua «Emigração», principalmente, se esta se escrever com E !!!

Nunca se esqueçam que cada imigrante é uma luz que se apaga na iluminação criadora de riqueza do seu país.

.



Recreio - É bastante intenso, quer praticado neste próprio local, quer procurado noutras paragens; esta gente trabalhadora, é também votada ao divertimento e ao «bom viver».

Lazer - Sendo as férias uma preciosidade rara, só ao alcance de uns poucos, não obstante o seu merecimento, é aos «Fins-de semana», que se torna mais acentuado, procurando essencialmente piscinas e rios, essencialmente no período de verão.

Tradições
Provérbios, cantares, cultos, lendas, etc. com tradição em todo o «Douro» e «Trás-os-Montes», têm também aqui forte tradição e significado.

Lendas
Específica de StªEugénia Esta aldeia, tem um «Topónimo», e, uma «Padroeira», distinta do topónimo, porquê?

Reza a lenda, que o topónimo, deriva do grego:

Santa Eugénia

Em Espanhol porque foi onde vi e aprendi pela 1ªvez a origem do nome Eugenia(Euguénia, como +- se lê).Foi um feliz incidente, eu ter ido visitar esse lindo Bairro de Madrid.

EUGENIA



EugeneioV, eugeneia (eugéneios, eugéneia) es un adjetivo griego del que derivan los nombres de Eugenio y Eugenia, y significa bien nacido, bien nacida, de buen linaje, de buena índole, noble. Fue en griego y sigue siendo en sus traducciones, uno de los mejores elogios que se suelen hacer de una persona. Con él se expresan las cualidades innatas, las que forman parte de la naturaleza de cada uno, aquellas con las que ha nacido. El prefijo eu (eu) significa "bien", y geneioV (géneios) geneia (géneia) significa "engendrado, engendrada"; con lo que el significado primitivo de este nombre es "bien engendrada". Se utilizó mucho, no sólo en el griego clásico, sino también en la coiné como sobrenombre elogioso, designando especialmente la nobleza de espíritu, y de ahí pasó a convertirse en nombre propio cuya fuerza y belleza seduce a cuantos conocen su significado.

Santa Eugenia mártir de los primeros tiempos de la Iglesia. Su culto estuvo muy extendido desde los primeros siglos. La patrística cita el dístico que desde el siglo IV figuraba en la iglesia de san Avito: Eugeniae dudum toto celebérrima mundo / fama fuit, dum dat Christi pro nómine vita. (La fama de Eugenia fue célebre en todo el mundo porque dio la vida por el nombre de Cristo.) Con ser tan grande su celebridad, son escasos los datos biográficos que de ella se conservan. Cuenta la tradición que era Eugenia hija de Felipe, el prefecto de Alejandría que luego fue obispo de esta ciudad y sufrió el martirio. Cuenta asimismo que los santos Proto y Jacinto, que también sufrieron martirio, eran esclavos suyos. Fue ella misma quien les transmitió la fe en Cristo. También ella sufrió persecución y fue sometida a suplicio y muerte detrás de sus esclavos.

Las Eugenias celebran su onomástica el 11 de septiembre; pueden optar también por celebrarla el 3 de enero, en que se conmemora el martirio de santa Eugenia de África; o el 26 de marzo, conmemoración del martirio de santa Eugenia de Córdoba (Marmolejo), víctima de la persecución sarracena el año 923. En cuanto a la forma masculina de este nombre, ha sido también sumamente apreciada: dieciocho santos, entre ellos cuatro papas, lo llevaron. Se llamaron también Eugenio un emperador romano, siete reyes de Escocia y varios príncipes de casas europeas. Pero nadie como la emperatriz Eugenia dio lustre a este nombre. Nació en Granada (1826) y murió en Madrid en 1920. Vivió casi un siglo. Fue emperatriz de los franceses. Su apoyo al proyecto del canal de Suez fue decisivo.

Es el de Eugenia un nombre lleno de fuerza, que emana de su propio significado. Los nombres, como creían nuestros antepasados, tienen cada uno su propia virtud, y actúan como un talismán. El de Eugenia sabemos en qué dirección actúa: empuja a quienes lo llevan a ser coherentes con su nombre y a cultivar la nobleza de espíritu, la magnanimidad, la confianza en las propias fuerzas y toda la virtud que emana del mismo nombre; fuerza y virtud que han ido incrementando cada una de las grandes mujeres que lo han llevado. Por ello las Eugenias pueden legítimamente sentirse orgullosas de su nombre y llevarlo como salvaguarda de la nobleza de espíritu que con él pregonan. ¡Felicidades!

http://nogueirareis.tripod.com http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia




E a Padroeira, de uma «Lenda»!!??

Diz-se , que «Santa Barbara», Padroeira desta freguesia, costumava ser, injusta, brutalmente, e, mesmo «brutamente», castigada por seu pai; de tal forma que uma certa vez, ele se dirigiu para a filha, com o determinado propósito de a partir ao meio com um «machado». Deus, acudindo em defesa de StªBarbara, no momento preciso em que o pai de «Barbara», ia a desferir o mortal golpe, enviou um raio de trovão.«Barbara, apercebendo-se do acontecido, pediu a Deus que lhe perdoasse. Então, o raio, apenas desfez o machado em mil pedaços, poupando o «carrasco».A partir daí, «Barbara», passou a santa, e, foi-lhe facultado o poder sobre as trovoadas.

Artesanato
Cestaria(Mestre, senhor João Eiras); Tamancos ( Mestre, senhor José de Jesus Baptista) ; Material utilizado: Pau de Amieiro e Castanho.

Brinquedos Tradicionais: A «Carroça»



Autor
José Nogueira dos Reis

Voltar ao inicio











[JNReis1@clix.pt]


--------------------------------------------------------------------------------



Património Arqueológico




Santa Eugénia, conserva um vasto conjunto de monumentos e sítios arqueológicos autênticos que preservam e perpetuam a memória ancestral de outras ocupações humanas com estádios de desenvolvimento cultural, social, económico e religiosos muito próprios dessas civilização em épocas distintas, em que o legado cultural por elas deixado, que o tempo e a modernidade não conseguiu apagar, faz a história da freguesia nos tempos mais longínquos, desde a Pré-história à Idade Média.



Pela inegável importância cultural, turística e didáctica de tal património a Junta de Freguesia, nomeadamente sobre a orientação de José Nogueira dos Reis, vem desde Janeiro de 2002 a implementar uma série de acções no âmbito do estudo/investigação, da recuperação/restauro, da preservação e, finalmente, da divulgação e dinamização das estações e monumentos arqueológicos, tudo para o garante da memória histórica do passado que consubstancia a identidade cultural do povo no presente e, por conseguinte, no futuro.





Monumentos e Sítios







Fonte de Mergulho

Lage do Concelho

Cruzeiro

Igreja Matriz

Capela do Cemitério

Capela de Santa Barbara

Capela da Família Santos Melo

Casa Brasonadada Junta de Freguesia

Casa Santos Melo

Centro Social













Santa Eugénia





Aproximadamente 3500 anos antes do presente, «As Fragas dos Mouros» (topónimo do lugar/Val Fentoso) era uma imponente fragada natural, assertiva no seu domínio paisagístico e territorial. Nessa altura o sítio adquiriu valor humano? cultural? entre cerca de 5000 e 1900 anos antes do presente diferentes populações pré-históricas foram-no transformando arquitectonicamente para responder às diferentes funções que nesse tempo tão longo o lugar foi adquirindo na vida política, económica, social e religiosa das gentes desta região. Uma violenta destruição, com incêndio, apressou a sua ruína. O tempo baralhou a memória dos factos da época. Em seu lugar nasceram outras histórias, também elas ligadas ao tempo em que este Lugar era de outras épocas não cristãs: o morro dos «Fiéis de Deus» fora habitado por mouros? Ainda lá vivem? sob encantamento? dizem as lendas que alguns populares da Freguesia de Santa Eugénia contam. Assim, tão redundante no passado como no presente, o sítio ganhou na memória das pessoas uma aura de encanto, mesclado de medo e de respeito pelo lugar.



As «Fragas dos Mouros» são um morro altaneiramente destacado do centro de um maciço rochoso de granito quartzítico, pelos seus quase 600 metros de altitude absoluta e pelas vertiginosas arribas escarpadas que lhe dão forma do lado sul, virado à aldeia de Carlão. Localiza-se a sudeste da aldeia desta Aldeia de Santa Eugénia (entre esta aldeia, e a de Carlão), concelho de Alijó, e integra uma área arqueológica superior a uns bons hectares.



Deveriam-se fazer escavações arqueológicas neste local. Só com escavações adequadas e debaixo da orientação da ciência arqueológica, se saberia com elevado grau de certeza se a tradição é simples mito e convicção empírica ou se é inteira ou em parte verdadeira.



Com base no trabalho de investigação desenvolvido poder-se-ia concluir ou não se durante o 3º milénio a.C. o morro foi escolhido por comunidades agro-pastoris para a fundação de uma aldeia? Pequenas habitações ou cabanas feitas de troncos de madeira, forradas e possivelmente cobertas de barro e de ramagens albergavam uma pujante comunidade de agricultores/pastores (cultivavam trigo, cevada, lentilhas, favas e apascentavam rebanhos de cabras, ovelhas e algum gado bovino)? Caça e pesca também se documentam? Actividades transformadoras, como a fiação, a tecelagem, a cestaria, o fabrico de queijo, de recipientes cerâmicos (sem roda) e mesmo metalurgia de cobre, indicam uma comunidade territorialmente bem implantadas e inelutavelmente ligada à terra. Isto apesar de os instrumentos utilizados serem todos feitos em matérias-primas hoje consideradas tecnicamente pouco eficazes: cerâmica, madeira, rochas minerais (de que se fabricavam machados, enxós, alisadores, pesos de tear, pesos de rede, martelos, moinhos, etc. Esta aldeia inicial seria similar a outras que conhecemos em Trás-os-Montes e Alto Douro neste período pré-histórico (calcolítico)? Corresponde ao momento da verdadeira implantação do sistema produtor nesta região e é nesse contexto que a aldeia adquiriu, por razões específicas que ainda não conhecemos um peso social, político e religioso muito peculiar?



A verdade é que durante o 3º milénio a.C. todo morro se cobriu de estruturas arquitectónicas muito variadas, as mesmas que lhe conferem personalidade específica e duradoira. Essas construções decorreram não dum plano arquitectónico prévio e único, mas do somatório das transformações e reformulações físicas deste lugar.







É deste modo que as construções arquitectónicas e afloramentos rochosos se conjugam em todo o morro por forma a criar um extenso monumento pétreo, em escada, isto é, degraus abruptados cuja acessibilidade física é precisamente proporcionada (e não impedida, como seria de suster) por essas construções.











A aldeia da Idade do Ferro durará cerca de 300 400 anos (do séc. IV a.C. ao final do Séc. 1º depois de Cristo), ocupou ambas as plataformas, e, como é natural, foi-se transformando igualmente. É já na viragem da Era que os seus habitantes a rodeiam de muralhas que constroem sobre a linha de topo dos taludes do período calcolítico. São duas muralhas. Uma interna, provida de uma entrada monumental e que circunda a plataforma superior ou acrópole; outra externa, que delimita a aldeia pelo exterior. As habitações, ou cabanas, procuram áreas bem protegidas dos ventos, particularmente o vento norte, mas algumas construíram-se também no espaço desabrigado da acrópole; estas últimas teriam por certo funções distintas daquelas estritamente habitacionais. Estas habitações da aldeia da Idade do Ferro possuem pisos de barro excepcionalmente de fino lajeado, mas a sua estrutura em madeira foi alvo dum violento incêndio, o mesmo que permitiu a conservação no local de inúmeros objectos e bens agrícolas abandonados por certo na fuga. É também uma aldeia com uma agricultura sólida (ceriais, leguminosas, etc.), mas onde o intercâmbio e as actividades ligadas à exploração de minérios (estanho, cobre, prata?) e sua transformação (bronze e mesmo ferro), assim como ao fabrico de adornos de vidro, deve Ter transformado social e politicamente esta comunidade.



Na sua fase final a aldeia/morro do Val Fentoso da Idade do Ferro documenta o contacto das populações locais com os diferentes colonos/administradores/militares oriundos do Império Romano. Ora este período de contacto de culturas diferentes a dos grupos étnicos regionais com a civilização romana -, é mal conhecido em Trás-os-Montes, pelo que os documentos agora recolhidos no morro/fraga dos mouros são excepcionais. Supõe-se uma organização política mais centralizada que no período anterior cujos líderes seriam capazes de gerir a exploração metalúrgica, e a transformação das matérias-primas, quer o intercâmbio com outras comunidade ligadas aos circuitos comerciais do Mediterrâneo e do Atlântico, mesmo no período que precede a colonização romana.





















Todos os megálitos, no passado um marco sagrado no território - e no presente um marco histórico e patrimonial na paisagem -, são um marco de interesse cultural e turístico para o nosso concelho e região no futuro. Portanto, não só o concelho de Alijó, como o de Murça ( ao qual pertencemos noutras eras) ficariam mais ricos ao nível da sua história e património, como toda a comunidade científica do país ficaria a ganhar com os dados científicos emergentes de uma hipotética escavação arqueológica, que proporcionaria conclusões preciosas para o entendimento das ancestrais cerimónias de ritualização nesses milenares e misteriosos monumentos de enterramento e culto, com datações que oscilam entre os 3 000 a 4 000 anos antes do presente, bem como o conhecimento de uma vez por todas, se «As Fragas dos Mouros», é lenda ou realidade.





Tenho conhecimento de uma «Necrópole megalítica no Fiolhoso»



Mais uma dezena de monumentos de enterramento (mamoas), alguns sumptuosos, localizam-se no lugar das Madorras em pleno planalto, Freguesia de Fiolhoso. No entanto, alguns já se encontram em território do concelho vizinho de Alijó. O conjunto forma uma necrópole da Pré-história. A mesma já foi alvo de um estudo preliminar acompanhado de registo e localização cartográfica. Tal trabalho inseriu-se no projecto, ainda em execução, que visa o levantamento arqueológico de todo o concelho de Murça, contando com os apoios institucionais da Câmara Municipal de Murça e do Instituto Português de Arqueologia.





É por todos conhecido o «Castelo dos Mouros do Cadaval ou Castro das Curvas de Murça».



Desde há muito tempo que o Castro das Curvas ou Castelo dos Mouros do Cadaval , topónimos de origem popular, era conhecido e, estapafurdiamente, por razões pouco dignas. Aí, no espaço intramuros da Acrópole, várias acções de vandalismo se desenvolveram, no passado recente, da parte de populares e pseudo-eruditos locais na ânsia de desenterrarem moedas romanas para vender e/ou coleccionar. Uma inqualificável e deplorável «má memória» que deixou patente danos irreparáveis, tanto ao nível do desvirtuamento das camadas/estruturas arqueológicas, como não podia deixar de ser, também, na espoliação de um património numismático de relevante interesse histórico-cultural para o concelho e região.



Este povoado fortificado exterioriza, pela sua monumentalidade arquitectónica, indicadores hegemónicos - intensificação, diferenciação, competição/interacção, complexidade social, liderança e defesa, expressos na sua componente material.



Na área adjacente à dita muralha (lado Sul e Oeste) o desconhecido guardava, na sua condição natural, entre a densa vegetação arbórea e arbustiva um vasto conjunto de achados arqueológicos de inegável importância patrimonial. Um violento incêndio, ocorrido em meados de Agosto de 1998, limpou em parte o terreno; esta ocorrência indesejável acabou por facilitar os trabalhos de prospecção arqueológica no âmbito do levantamento arqueológico do concelho de Murça, iniciativa apoiada pelo Instituto Português de Arqueologia e pela Câmara Municipal de Murça.



Neste contexto apareceu um prodigioso e mítico Santuário Rupestre de ar livre, fundado na Idade do Ferro e desenvolvido durante a ocupação romana, composto por quatro penedos afeiçoados de modo muito peculiar, que ostentam gravuras e inscrições abstractas; os penedos funcionaram de forma articulada e em conformidade com os cultos e rituais indígenas.



Numa área contígua ao referido Santuário apareceram inúmeras peças em aparelho rústico, tais como: impostas decoradas, fustes de colunas, ornatos, etc., o que leva a pressupor, nesse lugar, a existência de um ou mais edifícios públicos com funções políticas e administrativas.



Outros elementos merecem destaque. Assim, um Lagar de Engenho, Lagaretas, várias mós de moinhos (moventes e dormentes) e artefactos domésticos, têm lugar nesta recente descoberta.



Por tudo isto, podemos afirmar que estamos na presença de um aglomerado urbano fundado entre os Séculos Vº a.C. e IVº/Vº d.C., de inegável importância social, religiosa, económica, comercial e agrícola, na região de Trás-os-Montes.



É indiscutível a sua complexidade ao nível da ocupação humana do sítio. A primeira terá ocorrido no Neolítico/Calcolítico (III milénio a.C.), visto que surgiu cerâmica decorada tipo campaniforme. Outras lhe seguiram como a ocupação da Idade do Bronze, Idade do Ferro, romanização e Idade Média. Apesar do sítio ter sido construído por comunidades autóctones, a cultura latina é a que tem um cunho mais preponderante, dado que estas, assimilaram os valores e os padrões da cultura dos colonizadores Romanos.



Trata-se de um achado com características singulares e de enorme interesse cultural para o concelho e região.


A Câmara Municipal tem em preparação um projecto para o seu melhor estudo, recuperação, conservação, divulgação e dinamização que, a curto prazo, pretende apresentar ao Programa Operacional da Cultura 3º Quadro Comunitário de Apoio.




Visite-se o «Castro do Salto»



Este castro, virado ao Rio Tinhela, é também muito importante do ponto de vista arqueológico, que está localizado no termo de Sobredo, Freguesia de Noura. Apresenta uma perceptível muralha imponente de face interna e externa, construída com enormes blocos irregulares de granito.



O povoado nunca foi escavado. Porém, já foi alvo de um estudo preliminar no âmbito do levantamento arqueológico. Segundo o mesmo, e com base nos achados de superfície, pode-se concluir que terá tido várias ocupações Pré-história (dado que apareceram diversos fragmentos cerâmicos campaniformes das mais variadas decorações), Idade do Bronze e Cobre (?), Idade do Ferro, período Romano e Idade Média.











Via Romana de Murça

Via Romana de Sanfins do Douro









Pintura Rupestre de Carlão

Anta da Chã

Fonte de Mergulho de Santa Eugénia

Fonte de Mergulho de Sanfins do Douro

E tantos outros...

É imensa a riqueza arqueológica dos concelhos limítrofes de Alijó e Murça (nós, naturais de StªEugénia, já pertencemos, ora a um, ora a outro).
Milhões(Herói de Murça)


Alijó


Santa Eugénia






Foi por volta do século III a.C. que o fenómeno da romanização se fez sentir no ocidente peninsular, atraídos pelas riquezas naturais. O actual território nacional foi ocupado depois de sangrentas lutas travadas com os povos indígenas (tribos celtas pertencentes à grande família dos lusitanos).



A permanência romana não foi inócua nem desguarnecida de sentido de oportunidade. Assim, por questões militares (defesa) e económicas, organizavam política e administrativamente todo o espaço físico conquistado e sob o seu domínio, por forma a haver um melhor controlo do território ocupado. Contudo a consolidação das políticas colonizadoras passavam também pela estratégia de criação de infra-estruturas que assegurassem toda a operacionalidade de circulação de mercadorias, pessoas, exércitos, ideias, etc..



A sua presença deixou, embora de modo desigual, marcas materiais bem visíveis em todo o país . É neste campo que o concelho de Murça mostra vestígios de uma ocupação peculiar.



Todo o legado ligado à sua cultura material e que o tempo não conseguiu dissipar, testemunham a estrutura organizativa de um verdadeiro estado, marcado por centros urbanos, casas rurais, explorações mineiras e dinâmica actividade industrial e comercial. Desta civilização ficaram traços culturais incrustados na paisagem histórica, os quais constituem o mote para medidas racionais de preservação e de salvaguarda, de modo a serem perpetuados para as gerações vindouras.



De entre os vários vestígios dessa época, existente no concelho a Via Romana, exemplar patrimonial bastante significativo do ponto de vista arqueológico. Como carrega o peso de cerca de 2000 anos de utilização, não esconde e/ou oculta os sinais de degradação provocados pela erosão, falta de manutenção e utilização negligente.



A aludida estrada integrava-se numa complexa rede viária regional conectada à importante Via nº XVII que ligava Bracara Asugusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga, Espanha). A Via em causa compõe-se de três troços bem conservados. Um desce a Vila de Murça (a partir da Escola Profissional) em direcção ao Rio Tinhela, que actualmente transpõe uma ponte já reconstruída no séc. XVI (durante a dominação Filipina). A uns escassos metros da ponte, na margem direita, ramifica-se; enquanto um troço sobe até a aldeia do Cadaval, o outro intersecta a actual Estrada Nacional nº 15. O primeiro seguia para o Porto e, possivelmente em algures ainda nesta zona, emergia um ramal em direcção ao Pinhão; o segundo prolongava-se, como tudo indica, em direcção a Vila Pouca de Aguiar, passado no planalto de Jales (lugar de Três Minas) onde existia uma importante e bem conhecida exploração aurífera Romana. A ligação à Via Regional mais importante, já referida, deveria ser pelo tal troço que passava pelo campo mineiro de Jales.



Segundo a Lei das Doze Tábuas (regulamento romano relativo às vias de comunicação terrestre) as estradas não podiam ter menos de oito pés (2,40 m) de largura. Ora bem, as directrizes desse normativo nem sempre corresponde ao que está no terreno. Há techos da via com as dimensões regulamentadas e techos mais estreitos, que não respeitam a largura exigida. Só um estudo aprofundado da rede viária romana da região, que é mal conhecida, pode ajudar esclarecer melhor essa questão e outras relacionadas com os itinerários.



Quem percorrer a via não deve estranhar a ausência de empedrado nas zonas planas do percurso, isto porque só lajeavam as zonas íngremes.



Esta via, bem como outras, sofreram ao longo do tempo alterações ligeiras de traçado e beneficiações ao nível do pavimento. Partindo deste facto, podemos conjecturar que partes da via poderão não ser autenticamente romanas, mas de períodos posteriores Idade Média e Idade moderna.



Todas as ambiciosas obras de engenharia da romanização foram concebidas de acordo com fins pré-determinados e com o enorme sentido pragmático dos colonizadores, que foram os romanos.



No terminus do império romano do ocidente todas as vias de comunicação terrestre abertas continuaram a ser reaproveitadas para os mesmos fins em épocas seguintes. Todavia, na Idade Média os Caminhos de Santiago, vias de peregrinação dirigidas ao túmulo do Apóstolo, na cidade galega que herdou o seu nome, atravessavam parcialmente estas vias e, em alguns troços, coincidiram com o seu traçado. O mesmo parece ter acontecido com a via romana.



Mais tarde, a demarcação pombalina da Região Vinícola do Douro precisou também desta estrada em paralelo com a grande via fluvial, para escoamento dos vinhos finos produzidos na região.



Em meados do século passado, a política desenvolvimentista do fontismo (pessoalizada na figura do Ministro Fontes Pereira de Melo) não deixou de beneficiar desta rota, mas onde até o escritor Camilo Castelo Branco ainda demorou entre Vila Real e o Porto umas vinte horas de liteira.



O destino ainda não a condenou à inutilização; a Via romana é actualmente utilizada como servidão agrícola e para a passagem dos veraneantes para o rio.



O imóvel está classificado como de interesse público por D.L.8/83, de 24 de Janeiro e foi objecto de recuperação em 1999 por parte da Câmara Municipal, ao abrigo de um projecto co-financiado pelo Programa Comunitário LEADER II.





Calçadas de: «Rapalobos» e «Lamal», Romanas?



Localizam-se nas imediações da povoação de Santa Eugénia, a primeira a cerca de 6/7Km da via Romana de Murça e 12/13 da via Romana de Sanfins do Douro; a segunda sensivelmente às mesmas distâncias das vias Romanas referidas. Distam estas calçadas, cerca de 3/4Km da pintura «Rupestre, Pala Pinta» e 6/7 da «Anta da Fonte Coberta», do lugar da Chã, freguesia de Vila Chã.



«Os túmulos arqueológicos» .



Os tumulus, já da Era Cristã, são verdadeiras relíquias arqueológicas da Idade Média.




--------------------------------------------------------------------------------

[JdFSE1]José Nogueira dos Reis

Nesta home page, a porta de entrada para o meu site, irei me apresentar e falar sobre os motivos que me levaram a criar este site. Talvez inclua uma foto minha nesta página... ou uma de minhas fotos favoritas.

Uma porta; Tamanho real=180 pixels de largura

Planejo atualizar regularmente esta página com novas fotos.

A Grande Guerra e «Curriculum Vitae» de José Nogueira dos Reis

Portugal na 1ª Guerra Mundial




..."Nós somos soldados. É uma grande irmandade, que junta à camaradagem das canções populares, o sentimento de solidariedade e uma lealdade deses-perada de uns para os outros, de homens condenados a morrer"...

Erich Maria Remarque

A Oeste Nada de Novo


Aníbal Augusto Milhais
Aníbal Augusto Milhais " O Milhões"

Ficou conhecido como «o soldado Milhões»- ,na 1ª Guerra Mundial. Aníbal nasceu em Valongo, concelho de Murça, em Trás-os-Montes. Agricultor durante toda a vida, com excepção do tempo que fez dele um herói medalhado e celebrado.

Na tropa foi incorporado no Regimento de Bragança e mais tarde no do Chaves. Em 1917 «partiu para a frente de combate». Um ano depois, chegava o «grande momento, o da batalha de La Lys», na Flandres.

O dia preciso: 9 de Abril. Rezam as crónicas que uma força portuguesa se viu atacada pelos alemães. A nossa força chegou a ser destroçada e a situação era «a pior possível».



Muitos portugueses foram mortos e os sobreviventes obrigados a retirar. O soldado Milhais viu-se sozinho numa trincheira e, então, ergueu-se, de metralhadora Lotz, e varreu uma coluna de alemães que vinham em motocicletas.

E, segundo conta a lenda (ou terá sido mesmo verdade), terá feito o mesmo às colunas de 'boches' que entretanto surgiram. Parece que os alemães terão julgado que, em vez de um camponês sozinho, enfrentavam um fortíssimo regimento de portugueses e ingleses.

O acto isolado deste soldado permitiu aos aliados tomar posição trinta e tal quilómetros mais atrás. Milhais, esse, continuou sozinho, a vaguear pelos campos, tendo apenas «amêndoas doces» para comer.

Chegado ao acampamento, Milhais foi efusivamente abraçado pelo seu comandante: «Tu és Milhais, mas vales milhões». Por causa desse feito Milhões recebeu a Ordem de Torre e Espada de Valor, Lealdade e Mérito, em Isberg.

1ª Guerra Mundial ( 1914 - 1918 )

Durante este período, com o começo da 1ª Guerra Mundial, Portugal proclamou a sua adesão à sua aliança com a Inglaterra (7 de Agosto de 1914) e pediu para entrar nas operações militares contra a Alemanha. Em 17 de Setembro partiu uma primeira expedição para reforçar as colónias em África, que lutaram no noroeste de Moçambique, na fronteira com o Tanganica, e no sudoeste de África, na fronteira com a África Sul-ocidental alemã.

Em Fevereiro de 1916 Portugal apresou os barcos alemães que estavam nos seus portos , e a Alemanha declarou-lhe guerra ( 9 de Março ). Um submarino alemão bombardeia a cidade do Funchal na ilha da Madeira em Dezembro de 1916, o que causou grande emoção em Lisboa.




1ª Guerra Mundial - Soldados portugueses treinando-se com as máscaras de gás

( Fotografia da www.ukans.edu )



Uma expedição portuguesa ( o CEP )partiu para a frente ocidental em 1917, sob o comando do General Tamagnini de Abreu; em 9 de Abril de 1918, ficaram debaixo de forte ataque alemão na batalha de La Lyz. Pelo tratado de Versalhes (1919) Portugal recebeu 0,75 porcento das indemnizações pagas pelos alemães e o Quionga área de Moçambique capturada pelas forças portuguesas na África Oriental.

O total de efectivos portugueses enviados para a França, entre 1917 e 1918, foi de 55.083. Tivemos 2.086 mortos e 5.524 feridos, o custo do baptismo de fogo, que o governo da República insistiu dar a Portugal para defender o seu Império Colonial.



C.E.P. - Corpo Expedicionário Português tradução do inglês Portuguese Expeditionary Corps, com que os ingleses denominaram as forças portuguesas que combateram na Grande Guerra, e que mais tarde os próprios soldados portugueses denominaram de " Carneiros de Exportação Portuguesa", pela falta de preparação técnica e ausência de equipamento militar adequado a essa guerra moderna.

A Batalha de La Lyz

Foi na madrugada de 9 de Abril de 1918 que o fogo dos bombardeamentos alemães (sob o comando do general Ludendorff) inundou a terra e cobriu os céus de pesadas nuvens negras, onde os homens se submergiam, mortos ou feridos, na lama espessa. Foi a célebre Batalha de La Lys, que deixou um saldo aterrador no o sector português: dos 7500 homens destroçados, mais de mil caíram mortos.

A participação portuguesa na guerra de 14-18 (que se repartiria entre França, Angola e Moçambique) foi na altura, tema de batalhas verbais, entre os partidários de Afonso Costa, no Poder, e as alas da direita republicana, monárquica e clerical, avessas a uma intervenção no conflito.

O primeiro contingente do CEP partiria a 26 de Janeiro de 1917 em direcção à Flandres francesa, mas os episódios dramáticos da presença portuguesa culminariam com a tragédia de 9 de Abril de 1918. Num só dia morreu metade do total dos portugueses caídos em França.

O golpe militar de 5 de Dezembro de 1917, em Lisboa, protagonizado por Sidónio Pais, parece ter sido a machadada final numa moral beligerante desde sempre frágil. O CEP ficaria entregue à má sorte, por um novo poder a braços com uma inflação nunca vista, falta de alimentos, pestes e a contestação cada vez mais forte de uma guerra distante.

Embora as romagens anuais efectuadas ao túmulo do Soldado Desconhecido pretendam homenagear «todos quantos lutaram por Portugal, independentemente de qualquer época ou lugar», nunca poderão compensar o "crime" de se ter enviado para a morte, em 1917, milhares de portugueses, que não tinham preparação militar adequada, nem meios materiais e equipamento para uma guerra moderna.



Nota - Aquilo que os portugueses denominaram de Batalha de La Lyz, foi realmente o primeiro dia da Ofensiva de La Lyz do general Ludendorff, denominada Operação Georgette lançada pelo Sexto Exército Alemão contra a segunda divisão do CEP. Só nesse dia tivemos 7.425 baixas entre oficiais e soldados.





José nogueira dos reis




Nas trincheiras, reinou sobretudo o desânimo





José Nogueira dos Reis Santa Eugénia, 5070-411


--------------------------------------------------------------------------------


Elaborado por josé nogueira dos reis













Álvaro de Campos



A Fernando Pessoa



(Depois de ler seu drama estático "O marinheiro" em "Orfeu I")

Depois de doze minutos
Do seu drama O Marinheiro,
Em que os mais ágeis e astutos
Se sentem com sono e brutos,
E de sentido nem cheiro,
Diz rima das veladoras
Com langorosa magia
De eterno e belo há apenas o sonho.
Por que estamos nós falando ainda?

Ora isso mesmo é que eu ia
Perguntar a essas senhoras...

Este Poema, foi escrito por Fernando Pessoa

José Nogueira dos Reis



06/05/2002








* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


--------------------------------------------------------------------------------





Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra. Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor: José Nogueira dos Reis[JdFSE1] [JdFSE1]







[JdFSE2] [JdFSE2]
Introdução. 1

Introdução. 1

Agradecimento. 2

Historial 2

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho».. 3

Lage do Concelho... 3

Celebridades. 4

2- População. 6

População e sua distribuição por sexos. 6

Mulheres- 219.. 6

População existente em 1801. 6

Desenvolvimento Económico. 7

Desenvolvimento e Turismo. 7

Acção Social 7

Turismo. 7

Desporto, Recreio e Lazer 8

Tradições. 9

Lendas. 9

Santa Eugénia. 10

Artesanato. 11

Autor 11

Introdução
Falar de Santa Eugénia

, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor: José Nogueira dos Reis





Agradecimento



Agradeço a Deus, a meus pais, a toda a população de Santa Eugénia, a mim próprio e a meus filhos, tudo o que sou, fui e serei.

Não posso deixar de aqui fazer referência a um verso que escutei numa desgarrada ao «desafio» - O meu avô foi a semente e a minha avó foi a terra.

Historial
Historial de Santa Eugénia:

1- Historial : Santa Eugénia, situa-se a cerca de 15km. de uma das saídas da I.P.4-Pópulo.

Tem a área Aproximada de: 779 ha

As Freguesias limítrofes são: A Norte- Pegarinhos; A Sul- Carlão; A Este- Candedo(esta do concelho de Murça); A Oeste- Casas da Serra (lugar da freguesia de Carlão)

Orago: Santa Eugénia

Topónimo:Eugénia, de origem grega, significa Bem Vinda, Bem Aparecida, de Boa Linhagem

Os Primeiros Povos remontam ao período Megalitico;Comprova-o o facto de nas redondezas existirem ainda Pinturas Rupestres, Dolmens e Antas; aqui segundo se conta uma pintura Rupestre foi destruída aquando da busca de Volfrâmio (contou-mo variadissímas vezes, Francisco Henrique, Francisco Henrique Novo e Artur Coelho dos Reis. Prova-o também o seu culto de origem sueva.Da época Romana existe, em pleno estado de conservação, uma «Fonte de Mergulho», aqui denominada «Fonte de Baixo».

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho»
Lage do Concelho
Concelho - substantivo masculino.

Significa : Circunscrição administrativa;

Subdivisão de Distrito;

Município.

Latim conciliu.

Significa Assembleia.

É precisamente da acepção Latina, que esta «Lage do Concelho», herdou o nome. Era o local onde os «vizinhos»(antigo nome dado aos habitantes bons), se reuniam em assembleia, quer para eleger os seus dignos representantes junto de entidades hierarquicamente superiores(exemplo: Nos órgãos concelhios), quer para resolver problemas respeitantes a si próprios e/ou à localidade. Servia também de «Tribunal Moral», isto é:

Ali eram publicamente denunciados os maus actos e seus praticantes. O malfeitor, ou se emendava, ou era simplesmente arredado do mais simples convívio com os vizinhos.

Por sorte do destino, tinha esta «Lage do Concelho» uma outra função. Era precisamente o local de marcação limite, da altitude máxima permitida pelo Marquês de Pombal, para autorização de «benefício».

Esta mesma «Lage do Concelho», situa-se precisamente (no inicio?, no fim?)num dos extremos da rua Marquês de Pombal. Coincidência ou propósito desta estranha relação, entre a «Lage do Concelho»(um pouco abaixo dos 500 metros de altitude) e a rua «Marquês» de Pombal (autor da marcação da mais antiga região demarcada), com toda a modéstia, não o sei. Acho apenas uma coincidência demasiado coincidente.

Vou, para um melhor entendimento deste sítio, fazer uma retrospectiva histórica, de uma forma suscinta;

Pelouro D.João I, por carta Régia de 13 de Junho de 1391, descreve as grandes tropelias que as eleições para os concelhos provocavam Grandes Sayoarias e rogos, através das quais só se criavam grandes ódios entre os «vizinhos».

Na dita carta Régia determinava-se o 1º recenseamento eleitoral que Portugal teve. Nele se mandava que os oficiais do governo fizessem «róis».(...) o nome era escrito num papel separado e metido numa bola de cera, chamada pelouro daí o nome dos actuais pelouros das vareações eram estes, por sua vez, metidos numas caixas a que hoje damos o nome de urnas e então se chamavam «capelos».

Mas as queixas de fraudes eleitorais continuaram, pois, tem-se conhecimento de que esse problema foi posto também nas cortes de Évora de 1451.Outras dificuldades atravessou o processo de eleição dos «edis», e não menor foi a de em certos concelhos haver tantos indivíduos com privilégios religiosos ou dados pelo rei, que por eles se esquivavam os cargos para que eram eleitos. Estou absolutamente convencido, de que estas fraudes e problemas, sempre se mantiveram, mas, também, a necessidade dos «vizinhos» de beneficiar de um executivo local, que compreende os problemas da terra e dos homens do respectivo concelho.

Então, os caciques, ontem como hoje, procuram eternizar-se no poder. Uma das formas mais antigas de o fazer, era e é, amedrontar os mais necessitados. Para tal, é absolutamente necessário, exercer algum modo de pressão e/ou controle. A fórmula aqui encontrada (e não só aqui), era dar-lhe uma aparência «séria», fazendo eleições para escolha «livre ?», pelo menos na aparência, mas de dedo no ar!!!. Porque assim, as pessoas de condição social inferior, com medo de represálias futuras, elegiam quem os mais privilegiados queriam. Essas eleições, eram realizadas na LAGE DO CONCELHO .





Celebridades




Figuras Ilustres, pré-25/4/1974: José Cunha Cardoso ( Delegado de Saúde de Benguela), Homem de elevada filantropia, contribuiu para prolongar a vida de muitos habitantes desta freguesia.

Manuel José Guerra Santos Melo, responsável por: Luz eléctrica; Água Pública;Casa do Povo;Reparação da Capela de Santa Barbara, Igreja Matriz, Cemitério, Escolas.Para além da água ser explorada numa sua propriedade, ainda hoje, quando existe escassez de água, a sua família põe uma torneira de água a correr para toda a povoação.

Pós 25/4/1974:

António Alves Martinho, Deputado na Assembleia da República, em dois mandatos consecutivos. Grande defensor do «Douro» e principalmente dos durienses. Conhecedor das dificuldades destas terras, nunca se escusou a esforços, quer na defesa da melhoria das condições sócio-económicas, quer na defesa dos seus mais elementares direitos. Enquanto deputado na Assembleia da República, fez várias visitas de trabalho à Casa do Douro, bateu-se galhardamente pela sua recuperação económica e pela recuperação da linha de orientação da sua origem, que era a defesa intransigente dos lavradores do douro, seus associados. Foi sempre defensor de uma forte representatividade dos pequenos e médios produtores do douro, nas instituições oficiais, e/ou representantes da «região».Na continuidade desta orientação de defesa, que sua Exª, o senhor Doutor Martinho perfilhou, fez parte da Direcção da Adega Cooperativa de Alijó.

Uma das suas paixões - ou não fosse ele uma figura de elevadíssima vontade de igualdade de oportunidades, melhoria do factor social, acesso de todos à educação e à saúde - era o associativismo, como forma aglutinadora do reunir das gentes, do reflectir, do ensinar, do aprender, do divertimento sadio, do desenvolvimento harmonioso da pessoa humana e da maturidade democrática adquirida na mais pura convivência. Assim sendo, pode dizer-se sem receio de qualquer espécie de inverdade, que a ele se deve, a sede do «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Santa Eugénia. Obra que orgulha todos os concidadãos desta terra, da qual ele foi co-fundador e Presidente vários anos .

Manuel Adérito Figueira, Vareador do Pelouro de Obras na Câmara Municipal de Alijó. Dotado de uma capacidade de trabalho em prol do bem público, fora do comum, defensor da cultura popular, suas tradições e festas, respeitador dos seus mitos e ritos, a ele se deve, entre muitas outras coisas, a continuidade da «NOSSA FESTA». Foi também Presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo.

Sem prejuízo das outras terras, tem contribuído enquanto Vareador do Pelouro das Obras da C.M. de Alijó, para o desenvolvimento do património edificado e do bem estar dos habitantes desta freguesia. A ele se deve em grande parte a continuidade da existência do Centro Social.

Elias Martins Eiras, Presidente da Junta de Freguesia. É uma pessoa que eu, José Nogueira dos Reis, particularmente admiro. Tem uma capacidade inata para a resolução de problemas, uma perspicácia enorme para o social e uma rara vontade de servir os seus concidadãos. Começou ainda muito novo a «Apertar o Próprio Cinto», isto é: Por necessidade e por seu próprio ser, ganhou para ele próprio desde a mais tenra idade. Ainda não devia ter 18 anos quando imigrou para França. Aqui teve a oportunidade de conhecer outras gentes e outras culturas. Sendo um homem com uma abertura e predisposição para aprender, a variedade de cargos, situações de trabalho, contacto com várias culturas, e, um Q.I. que considero acima da média, deram lhe , melhor, proporcionaram-lhe uma aquisição de competências, que se fossem certificadas estariam muito acima do que ele próprio imagina.



José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia, contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia desde os jovens, aos adultos homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. As habilitações Académicas, a formação profissional, a formação especifica e a larga experiência profissional, conferem-lhe capacidades, que aliadas a um elevado Q.I., fazem dele um homem muito fora do comum. Repare-se no que acabo de referir, através de um suscinto «CURRICULUM VITAE»:

CURRICULUM VITAE DE JOSÉ NOGUEIRA DOS REIS

José Nogueira Reishttp://josereis.planetaclix.pt/3.html;http://rjn.planetaclix.pt/index.html;

http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal.html; http://josereis.planetaclix.pt/reis.html; http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://hipyreis.tripod.com/;

http://josereis.planetaclix.pt/;

Rua da Barreira, Nº12

Santa Eugénia[JdFSE3] [JdFSE1]
5070-411

Índice
Informações profissionais

Ligações favoritas

Contactos

Projectos actuais

Informações pessoais

Interesses pessoais

Informações profissionais



Habilitações Académicas
2º Ano do Curso Complementar

Português, exame ADOC (Faculdade de Letras no Campo Alegre, Porto )

Formação Profissional
Curso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no Trabalho

Curso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da Agricultura

Curso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (PEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia S. Eugénia, exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos.

Formação Específica
Leitor Cobrador

Técnico Classificador de Vinhas

Animação Cultural

Promoção Cultural

Levantamento de Prédios Rústicos

Recenseamento Geral Agrícola

Censos

Previdência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentos

Imobiliária

Vindima, transporte, legislação e fiscalização

Formação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e Munícipes

Formação Autarca Protecção Civil

Colóquios, Retiros e Fóruns
2 de 1 semana cada 1 Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cristão e a sociedade contemporânea; Paz, guerra, direitos universais do homem, Objectores de consciência , solidariedade e mecenato; Idealismo e Materialismo; Cristianismo e Marxismo.

Experiência Profissional
2002

Estágio na Junta de Freguesia de Santa Eugénia

2001

Censos

2000

Leitor de contadores eléctricos EDP(concelho de Alijó, Sabrosa e Murça )

1999

Escriturário Norte Frangos

1998

Vendedor Norte Frangos

1997

Vendedor Monteiro & Filhos

1996

Técnico Classificador de Vinhas (EDEM, Instituto do vinho e da vinha )

1995

Promotor Cultural Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

1994

Técnico de Armazém (Exportação ) Moto Meter

1993

Imobiliária - ( Madrid )

1992

Mordomo - ( Madrid )

1991

Barman ( Madrid ); Censos

Santa Eugénia.. 1

Índice. 1

Informações profissionais. 1

Habilitações Académicas. 1

Formação Profissional 1

Formação Específica. 1

Colóquios, Retiros e Fóruns. 2

Experiência Profissional 2

Cargo ou profissão. 3

Principais responsabilidades. 3

Departamento ou grupo de trabalho. 3

Ligações favoritas. 3

Contactos. 3

Endereço de correio electrónico. 3

Endereço na Web. 4

Telefone do escritório. 4

Projectos actuais. 4

Informações pessoais. 4

Interesses pessoais. 4



DE 1977 a 1992

Fui Empresário Agrícola, embora, por vezes, acumulasse com outras funções

1987

Recenseamento Geral Agrícola

DE 1984 a 1986

Mediador de Seguros Eagle Star

De 1979 a 1981

Educador de Adultos Ministério da Educação

1973

Levantamento de Propriedades Agrícolas Ministério das Finanças

DE 1972 a 1973

Escriturário Colégio Nossa Senhora da Boavista ( Vila Real )

De 1970 a 1972

Escriturário Casa do Povo de Santa Eugénia

Santa Eugénia.. 1

Índice. 1

Informações profissionais. 1

Habilitações Académicas. 1

Formação Profissional 2

Formação Específica. 2

Colóquios, Retiros e Fóruns. 2

Experiência Profissional 2

Cargo ou profissão. 4

Principais responsabilidades. 5

Departamento ou grupo de trabalho. 5

Ligações favoritas. 5

Contactos. 5

Endereço de correio electrónico. 5

Endereço na Web. 5

Telefone do escritório. 5

Projectos actuais. 5

Informações pessoais. 6

Interesses pessoais. 6


Teatro Autor, Co encenador e Actor

Co Fundador do Centro Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Centro Social de StªEugénia

Direcção da Casa do Povo de StªEugénia

Assembleia

Candidato a Assembleia de Freguesia

Candidato a Assembleia Municipal

Deputado da Assembleia Municipal

de Freguesia

Militante de Partido Político

Sócio dos Bombeiros Voluntários de Alijó

G.D.C.R.StªEugénia

Cento Social

Cooperador do Funcionário/Encarregado do Grémio dos Viniticultores

dos CTT

Estafeta dos CTT ( Carteiro )

Explicador

Participação em Torneios de Damas e Xadrez

Participação na 1ªVinord ( 3º Lugar Canções )

Participação no 1º FITEI ( Festival de Teatro de Expressão Ibérica )

Atleta de Futebol

Membro de Mesas da Assembleia de voto; Inclusive 16/12/2001 e 17/03/2002

Organização de várias excursões:

Santarém

Braga

Castelo Branco

Mirandela

Santiago de Compostela

Membro do Grupo Cristão «Oásis»

Delegado Político

Encontros de Municípios

Participei em várias iniciativas do INATEL

Co Fundador da Associação de ovinos e caprinos de Vila Real e Bragança

1968 Fundei e Redigi um jornal de turma (Gomes Teixeira)

1970 Co Fundador do Jornal menor, «O Plátano»

1974 - Participei Activamente nas campanhas de «Politização»

Cargo ou profissão
Escriturário

Principais responsabilidades
Toda a Parte Administrativa.

Departamento ou grupo de trabalho
Junta de Freguesia de Santa Eugénia

Voltar ao início

Ligações favoritas


http://nogueirareis.tripod.com/

http://reis19.tripod.com/reis19;

http://josereis.planetaclix.pt/reis.html

http://josereis.planetaclix.pt;


http://reis19.tripod.com/

http://nogueirareis.tripod.com/alijo

http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia

http://reis19.tripod.com/jnr

http://reis19.tripod.com/rnj

http://hipyreis.tripod.com/

http://jose727.tripod.com/



Voltar ao início

Contactos
Endereço de correio electrónico
HipyReis@clix.pt

JNReis@clix.pt

Reis0@portugalmail.com

JNogueiraReis@sapo.pt

santaeugenia@santaeugenia.zzn.com

santabarbar@santaeugenia.zzn.com

nogueirareis@santaeugenia.zzn.com

JNRH@megamail.pt;

reisnogueirajose@megamail.pt.

Endereço na Web
http://nogueirareis.tripod.com/;

http://nogueirareis.tripod.com/alijo;

http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia;

http://reis19.tripod.com/;

http://reis19.tripod.com/jnr;

http://reis19.tripod.com/reis19;

http://reis19.tripod.com/rnj;

http://hipyreis.tripod.com/;

http://jose727.tripod.com/;

http://josereis.planetaclix.pt/reis.html;

http://josereis.planetaclix.pt/.

http://josereis.planetacilx.pt/J.N.Reis.html

http://rnj.planetaclix.pt/index.html

http://josereis.planetaclix.pt/pessoal.html.

Telefone do escritório
259646486;

Telemóvel- 938415615

Voltar ao início

Projectos actuais
Entrar para o curso de Sociologia

Entrar na Faculdade

O Mundo Rural

Voltar ao início

Informações pessoais
José Nogueira Reis

Data de Nascimento: 20/03/1953

Estado civil: Separado de Facto

B.I.nº3451368

Habilitações Literárias: 2º Ano do Curso Complementar, mais a Disciplina de Português, no exame A.D.O.C., na Faculdade de Letras



Voltar ao início

Interesses pessoais
Leitura

Teatro

Informática

Xadrez

Damas

Divertimento

Sociabilização



Para se saber um pouco mais de este«SENHOR», VISITEN-SE OS SEUS SITES:

http://nogueirareis.tripod.com/; http://nogueirareis.tripod.com/alijo; http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia; http://reis19.tripod.com/; http://reis19.tripod.com/jnr; http://reis19.tripod.com/rnj;http://reis19.tripod.com/reis19; http://jose727.tripod.com/;http://hipyreis.tripod.com/; http://josereis.planetaclix.pt;http://josereis.planetaclix.pt/reis;http://josereis.planetaclix.pt/1.html;http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/3.html; http://josereis.planetacix.pt/4.html; http://josereis.planetaclix.pt/5.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://rjn.planetaclix.pt/1.html; http://HipyReis.tripod.com/TituloPessoal; http://jose727.tripod.com/TituloPessoal; http://juntafreguesia.tripod.com/; http://santaeugenia.tripod.com/.

Historial de StªEugénia, por José Nogueira dos Reis



2- População
Habitantes-511

Residentes-HM-410-H-191,( com mais de 18 anos);

Eleitores inscritos : 480 ( compreendidos entre os n.º 3 e 711) ;

Famílias-191

Alojamentos-223

Edificios-215

No reinado de D.Sancho II, Santa Eugénia, fazia parte do concelho de Alijó;

Em 1258, nas Inquisições de D.Afonso III, Aparece no concelho de Murça.

Em 1269, D.Afonso III, ao confirmar o foral de seu irmão, dado a Alijó, ainda inclui de forma condicional, Santa Eugénia no concelho de Alijó.

A verdade é que no recenseamento de 1530, (reinado de D.João III), Aparece no concelho de Murça.Só regressou a Alijó com a reforma administrativa de 1853.

População e sua distribuição por sexos
Actualmente, StªEugénia, tem cerca de 520 habitantes, dos quais 410 são nela residentes; Assim distribuídos por sexo: Homens- 191 ;

Mulheres- 219
População existente em 1801
Em 1801, segundo consulta efectuada na Biblioteca Municipal de Vila-Real, já existiam 618 habitantes em 118 edifícios, dos quais, 265 eram do sexo feminino.

Em 1849, existiam 417 habitantes em 140 fogos(edifícios, melhor, famílias).

Desenvolvimento Económico
É essencialmente o sector primário, que absorve a maioria das actividades económicas; Distribuídas, estas, pela produção de vinho beneficiado (tratado ou Porto), azeite, vinho de mesa, moscatel, e, mais recentemente, «champanhe», melhor, vinho Espumoso.

Casais agrícolas de maior dimensão, e, consequentemente, de maior utilização de mão de obra: Casal «Santos Melo», casal «Malheiro», «Casa agrícola», «Reconco», «Herdeiros de Dr.Ernesto Morais ou Dona Maria da Hora Teixeira de Carvalho».

Desenvolvimento e Turismo
O turismo, só está a dar os primeiros passos na região duriense. É uma certeza o seu sucesso futuro. Este «atraso», teve inconvenientes e benefícios. Os inconvenientes reflectem-se ao nível da consequente menor riqueza adquirida, duma menor rede de infra-estruturas hoteleiras, viárias, de comunicação, etc.

Os benefícios, reflectem-se na «virgindade» das suas terras, paisagens, costumes, etc. Pode hoje investir-se no turismo de uma forma mais consciente, sem, como aconteceu em tantos sítios, destruir tudo à sua volta, desde o ambiente ao ar, desde as paisagens à água.

Contudo, aqui em StªEugénia, o turismo, especialmente o Turismo Rural, é já uma realidade.

Acção Social
A cargo da Associação Social Cultural e Recreativa, com sede na rua da Veiga.

Turismo
Café Areias; Café Grande Ponto; Turismo Rural Reconco. O admirador e apreciador do que de melhor tem este lugar paradisíaco, que pretender pernoitar em StªEugénia, apreciar devidamente os seus manjares, saborear as suas delicias, confraternizar nas suas festas, deixar-se envolver pelos seus famosos «néctares», conhecer por dentro as suas lendas, mitos e tradições, sentir na alma a força dos seus costumes, pode fazê-lo na quinta do Reconco, onde o espera um atendimento simples mas personalizado, podendo usufruir das suas instalações, que comportam uma suite, cinco quartos, uma sala de refeições, uma sala de estar, uma sala de bilhar, uma piscina, um court de ténis, aquecimento central e televisão em todos os quartos. Neste local, podem ser apreciados todos os pratos típicos e regionais, degustados os petiscos destas paragens, saboreados os seus bolos, toda a sua rica doçaria, a enorme variedade do seu «fumeiro». Tudo isto pode ser acompanhado dos melhores vinhos, vendo directamente quer as vinhas que os produzem, quer o efectuar dos granjeios, quer, se for época disso, a sua laboração.

Nos cafés referidos anteriormente, pode também apreciar toda a espécie de bebidas, divertir-se com os tradicionais jogos transmontanos-durienses, no mais fraterno sadio e alegre convívio.

Desporto, Recreio e Lazer
Desporto - outrora, fruto de uma intensa actividade, com enorme orgulho e palmarés, encontra-se hoje, porém, sem qualquer actividade, e, diria mesmo votado ao abandonoApesar de no corrente ano e já de algum tempo a esta parte, não haver prática de nenhum desporto em Santa Eugénia, já existiram no passado algumas modalidades nesta Freguesia, a saber: Futebol de onze com o Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo a figurar durante algum tempo na tabela da 2ª Divisão Regional Zona Norte. Futebol de 5 com organização de vários torneios maioritariamente para os jovens e durante o verão, com várias participações de algumas equipas em competições organizadas em Alijó, no Pavilhão Gimnodesportivo, e, por último Atletismo onde chegaram a existir na Freguesia vários atletas que, apesar de não pertencerem ou estarem filiados em clube algum, tiveram várias participações em algumas provas Distritais e Regionais, sem no entanto obterem grandes resultados.

Assim, não havendo nos dias de hoje, nenhum desporto na Freguesia, existem no entanto os equipamentos que podem possibilitar a prática de alguns. Esses equipamentos são. UM(1) campo de futebol pelado mas com os respectivos balneários; um(1) polidesportivo a céu aberto que foi cedido ao Grupo Desportivo pela Junta de Freguesia; por fim, a sede desta mesma colectividade G.D.C.R.- que apesar de não estar equipada convenientemente para actividades desportivas, pode por ser bastante ampla, possibilitar a prática de vários desportos, para além de já possuir mesas de Ténis de mesa e Bilhares.

Quero acrescentar, que o desporto, principalmente o futebol, era um factor de enorme orgulho destas gentes. É vê-los, com um exuberante brilho nos olhos, quanto relatam feitos e resultados de outrora.

Com que alegria nos narram, que foram Campeões sem derrotas do I.N.A .T.E.L. distrital. Julgo que o futebol, é um factor de fixação dos nativos desta aldeia, e, não entendo como foi possível o seu enterro (não consigo apelida-lo de outro nome).

Eu, José Nogueira dos Reis, fui co - fundador do «Centro Cultural e Recreativo» e co-fundador do actual «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo»,Director desportivo atleta, sou natural e residente, sei o sentir e o sofrer desta gente, pelo «enterro»(não posso apelidá-lo de outra coisa), do seu(deles e meu)querido e distrainte futebol. Pouco têm, os residentes desta aldeia, que lhe permita passar com o mínimo de alegria, os feriados e Domingos. Se não forem à «bola», só se forem emborrachar-se!!!

Não lhe destruam o pouco que têm, e, não abalem o seu orgulho. Por favor, dêem-lhe mais, não lhe extorquem o escasso que possuem. Contribuam para que eles se fixem no local onde nasceram, não provoquem a sua «Emigração», principalmente, se esta se escrever com E !!!

Nunca se esqueçam que cada imigrante é uma luz que se apaga na iluminação criadora de riqueza do seu país.

.

Recreio - É bastante intenso, quer praticado neste próprio local, quer procurado noutras paragens; esta gente trabalhadora, é também votada ao divertimento e ao «bom viver».

Lazer - Sendo as férias uma preciosidade rara, só ao alcance de uns poucos, não obstante o seu merecimento, é aos «Fins-de semana», que se torna mais acentuado, procurando essencialmente piscinas e rios, essencialmente no período de verão.

Tradições
Provérbios, cantares, cultos, lendas, etc. com tradição em todo o «Douro» e «Trás-os-Montes», têm também aqui forte tradição e significado.

Lendas
Específica de StªEugénia Esta aldeia, tem um «Topónimo», e, uma «Padroeira», distinta do topónimo, porquê?

Reza a lenda, que o topónimo, deriva do grego:

Santa Eugénia

EUGENIA

EugeneioV, eugeneia (eugéneios, eugéneia) es un adjetivo griego del que derivan los nombres de Eugenio y Eugenia, y significa bien nacido, bien nacida, de buen linaje, de buena índole, noble. Fue en griego y sigue siendo en sus traducciones, uno de los mejores elogios que se suelen hacer de una persona. Con él se expresan las cualidades innatas, las que forman parte de la naturaleza de cada uno, aquellas con las que ha nacido. El prefijo eu (eu) significa "bien", y geneioV (géneios) geneia (géneia) significa "engendrado, engendrada"; con lo que el significado primitivo de este nombre es "bien engendrada". Se utilizó mucho, no sólo en el griego clásico, sino también en la coiné como sobrenombre elogioso, designando especialmente la nobleza de espíritu, y de ahí pasó a convertirse en nombre propio cuya fuerza y belleza seduce a cuantos conocen su significado.

Santa Eugenia mártir de los primeros tiempos de la Iglesia. Su culto estuvo muy extendido desde los primeros siglos. La patrística cita el dístico que desde el siglo IV figuraba en la iglesia de san Avito: Eugeniae dudum toto celebérrima mundo / fama fuit, dum dat Christi pro nómine vita. (La fama de Eugenia fue célebre en todo el mundo porque dio la vida por el nombre de Cristo.) Con ser tan grande su celebridad, son escasos los datos biográficos que de ella se conservan. Cuenta la tradición que era Eugenia hija de Felipe, el prefecto de Alejandría que luego fue obispo de esta ciudad y sufrió el martirio. Cuenta asimismo que los santos Proto y Jacinto, que también sufrieron martirio, eran esclavos suyos. Fue ella misma quien les transmitió la fe en Cristo. También ella sufrió persecución y fue sometida a suplicio y muerte detrás de sus esclavos.

Las Eugenias celebran su onomástica el 11 de septiembre; pueden optar también por celebrarla el 3 de enero, en que se conmemora el martirio de santa Eugenia de África; o el 26 de marzo, conmemoración del martirio de santa Eugenia de Córdoba (Marmolejo), víctima de la persecución sarracena el año 923. En cuanto a la forma masculina de este nombre, ha sido también sumamente apreciada: dieciocho santos, entre ellos cuatro papas, lo llevaron. Se llamaron también Eugenio un emperador romano, siete reyes de Escocia y varios príncipes de casas europeas. Pero nadie como la emperatriz Eugenia dio lustre a este nombre. Nació en Granada (1826) y murió en Madrid en 1920. Vivió casi un siglo. Fue emperatriz de los franceses. Su apoyo al proyecto del canal de Suez fue decisivo.

Es el de Eugenia un nombre lleno de fuerza, que emana de su propio significado. Los nombres, como creían nuestros antepasados, tienen cada uno su propia virtud, y actúan como un talismán. El de Eugenia sabemos en qué dirección actúa: empuja a quienes lo llevan a ser coherentes con su nombre y a cultivar la nobleza de espíritu, la magnanimidad, la confianza en las propias fuerzas y toda la virtud que emana del mismo nombre; fuerza y virtud que han ido incrementando cada una de las grandes mujeres que lo han llevado. Por ello las Eugenias pueden legítimamente sentirse orgullosas de su nombre y llevarlo como salvaguarda de la nobleza de espíritu que con él pregonan. ¡Felicidades!

http://nogueirareis.tripod.com/


E a Padroeira, de uma «Lenda»!!??

Diz-se , que «Santa Barbara», Padroeira desta freguesia, costumava ser, injusta, brutalmente, e, mesmo «brutamente», castigada por seu pai; de tal forma que uma certa vez, ele se dirigiu para a filha, com o determinado propósito de a partir ao meio com um «machado». Deus, acudindo em defesa de StªBarbara, no momento preciso em que o pai de «Barbara», ia a desferir o mortal golpe, enviou um raio de trovão.«Barbara, apercebendo-se do acontecido, pediu a Deus que lhe perdoasse. Então, o raio, apenas desfez o machado em mil pedaços, poupando o «carrasco».A partir daí, «Barbara», passou a santa, e, foi-lhe facultado o poder sobre as trovoadas. Devido a tal facto, as gentes deste local, entregaram o seu coração a «Eugénia», dando-lhe o nome da sua morada; a sua protecção, a «Barbara», que segundo eles, ainda hoje os vigia e protege do alto do monte com o seu nome (Cabeço de Santa Barbara).

Artesanato
Cestaria(Mestre, senhor João Eiras); Tamancos ( Mestre, senhor José de Jesus Baptista) ; Material utilizado: Pau de Amieiro e Castanho.

Brinquedos Tradicionais: A «Carroça»

Autor
José Nogueira dos Reis

Voltar ao inicio

O Trabalho e a Personalidade



--------------------------------------------------------------------------------

[JdFSE1]
[JdFSE2]
[JdFSE3]

Posso incluir uma entrada aqui sempre que atualizar o meu site. Quando oportuno, incluirei um link para a alteração. Por exemplo:

1/1/00 - Novas fotos da minha viagem mais recente à Itália na página "Álbum de fotos das férias".